sábado, 21 de agosto de 2010



(pintura de xavier hufkens, "meadow and mountains, "2005)

e dizem que o corpo contínuo
resulta numa fusão entre as
rochas e a areia vibrante
[do mar]

talvez seja
ou talvez seja
o lugar de fusão entre o céu
e a escrita que escreve numa
tômbola de verão.

jorge vicente

2 comentários:

  1. Olá meu caro amigo!
    maravilhoso teu blog!
    Parabéns!

    daufen bach.

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  2. muito bom esse poema.
    obrigado pela visita ao Casa de Paragens

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